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Às vésperas da conclusão do julgamento no TSE, renúncia de Castro surge como saída política

Autoria: Redação  |  Fotos: Divulgação

Entre o desgaste de uma cassação e a possibilidade de influenciar na escolha do governador-tampão, é possível que ele prefira deixar o cargo voluntariamente

 

Não será surpresa se o governador Cláudio Castro renunciar ao mandato antes de 24 de março, data estabelecida pela ministra Cármen Lúcia para a provável conclusão do julgamento do caso Ceperj. Até agora, o placar está em 2 a 0 pela cassação de seu mandato.
A manobra evitaria a realização de eleição direta para o cargo — hipótese não desejada por todas as correntes da política fluminense, Eduardo Paes inclusive.
Se renunciar, a escolha de seu sucessor ocorrerá por eleição indireta na Alerj. Dessa forma, Castro poderia preservar o peso político da máquina estadual para influir na eleição do governador-tampão.
Entre o desgaste de uma cassação — que perderia o objeto caso ocorra a renúncia — e a possibilidade de influenciar na escolha do governador-tampão, é possível que ele prefira deixar o cargo voluntariamente. Seria, nesse cenário, a saída mais conveniente.

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