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FIEMG alerta para impactos econômicos de proposta que reduz jornada para 40 horas

Autoria: Redação  |  Fotos: Divulgação

Entidade afirma que mudança pode afetar empregos e PIB e defende negociação coletiva.

 

A Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG) classificou como insustentável a proposta do Projeto de Lei enviado ao Congresso que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, sem diminuição salarial. Segundo a entidade, a medida pode gerar efeitos negativos sobre o emprego e o Produto Interno Bruto (PIB), sem análise aprofundada dos impactos sobre trabalhadores e empresas.

De acordo com a FIEMG, um estudo interno aponta que a mudança poderia reduzir o PIB brasileiro em até 16% e resultar na perda de cerca de 18 milhões de postos de trabalho. A entidade afirma que a redução da carga horária sem compensação adequada aumentaria custos e afetaria a competitividade do setor produtivo.

O presidente em exercício da FIEMG, Mário Marques, destacou que a negociação coletiva é o caminho para buscar soluções equilibradas entre empresas e trabalhadores. A federação defende que alterações na jornada sejam discutidas com todos os setores envolvidos e que o foco seja o diálogo para garantir sustentabilidade econômica e social.

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