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Detran e Polícia Civil desarticulam quadrilha que fraudava multas

Autoria: Redação  |  Fotos: Divulgação



A Corregedoria do Detran.RJ participou da operação “Zero Ponto”, em apoio à Polícia Civil, nesta segunda-feira (01), para desarticular uma quadrilha que atuava na transferência de pontos de CNH para o nome de empresas ou terceiros sem o conhecimento destes. O grupo criminoso é considerado um dos maiores do país e, também, transferia veículos de forma fraudulenta. Seis pessoas foram presas, incluindo o chefe da organização, segundo a Polícia Civil. Os agentes também apreenderam processos administrativos referentes às fraudes para identificar outros envolvidos na prática criminosa.

“Estamos dando apoio à Polícia Civil para desarticular um esquema com fraudadores de pontos na CNH. Vamos investigar, inclusive, se há envolvimento de funcionários do departamento e verificar os desdobramentos desta grande operação”, explicou o corregedor do Detran.RJ, Glaucio Paz.

Os policiais da Delegacia do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (DAIRJ) cumpriram mandados de busca e apreensão em casas e órgãos de trânsito da capital, em São Gonçalo e Nova Friburgo. Segundo os agentes, apenas uma das pessoas investigadas transferiu quase 3 mil multas para seu nome, totalizando mais de 15 mil infrações diversas como real infratora. Após a transferência, ela entrava com recurso para receber o dinheiro de volta. No entanto, os agentes descobriram que a mulher não possuía CNH e, desta forma, não podia ser a real infratora em multas aplicadas quase que diariamente e em horários diversos.
“Os reais infratores buscavam os serviços da empresa investigada para reaver a multa, tinham seus pontos zerados e acreditavam que o recurso havia sido aceito. Contudo, os pontos eram retirados por meio de fraude: ao transferir a multa para terceiros, tal empresa recebia o pagamento pelos serviços prestados e ganhava credibilidade, conseguindo novos clientes por meio de divulgação em redes sociais, principalmente motoristas de aplicativos”, explicou o diretor do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE), delegado Felipe Curi.

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